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 Capitulo 01

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Rutta to Kodama
Admin


Mensagens : 35
Data de inscrição : 10/05/2013
Idade : 24
Localização : Teresina

MensagemAssunto: Capitulo 01   Qua Maio 15, 2013 9:35 pm

Classificação: +18


Não recomendado para menores de 18 anos por conter linguajar
obsceno e descrição de sexo explicito

Não nos responsabilizamos por sua leitura ou por qualquer
inconveniente proveniente da mesma.








Desde pequeno, quando tinha meus oito, nove anos, ouvia meu pai e um amigo seu, o Flávio, comentarem que quando mais novos,nos tempos da faculdade, nas férias, colocavam suas mochilas nas costas e saíam por aí sem destino certo, pedindo caronas. Papai contava que apesar dos riscos, de algumas vezes ter que dormir em hotéis baratos e ter trabalho
pra conseguir uma carona, valia a pena, e assim tinha conhecido muitos lugares. Aquilo foi ficando em minha mente e, alguns anos depois, pedi uma viagem dessas para ele como presente por ter passado de ano na escola. Na época em que isso aconteceu, eu estava com 14 anos, e meu pai, com 35.

– Pai, eu queria mesmo era viajar igual você!

– Ah, filho. Não sei, não. Você ainda é muito novo pra viajar assim, sozinho. Além do mais, essas viagens custam caro e você é totalmente inexperiente.

– Ah, pai! Você disse que me daria o que eu quisesse!

– Eu sei, filhão, mas não me sinto confiante de deixar você ir assim, sozinho.

Minha mãe, que até então, observava quieta enquanto dobrava as roupas que acabara de recolher do varal, interveio:


– Marcelo, por que não aproveita que está de férias também e leva o Felipe pra uma viagem?

– E dixar você aqui sozinha, meu bem? Justo no final de ano? Se for assim, você pode vir junto! O que acha?

– É, mãe, vamos!

– Ah, não querido! Eu prefiro ficar aqui com a vovó e seus tios. Mas gostaria muito que seu pai levasse você!

Papai perguntou:

– Tem certeza, meu bem?

– Claro querido! Eu já tinha prometido pra mamãe que passaria as festas com eles. Mas faço questão que vocês vão!

– Acho que você ganhou essa parada, garotão! - falou meu pai, e eu corri de encontro a minha mãe, estalando um beijo carinhoso em seu rosto.

Papai, que é muito brincalhão, se juntou a nós gritando:

– E mais uma vez, vence o campeãããããããooooooo!!!! Felipeeeeeeeee

Rimos muito da atitude do papai e eu o abracei forte, sendo correspondido por ele. Então, no dia seguinte, papai e eu fomos até o hospital. Fizemos alguns exames de praxe e tomamos, a pedido do nosso médico, algumas vitaminas, para evitar que ficássemos doentes na nossa
viagem. Fomos ao centro da cidade e papai foi até o banco verificar a poupança e conversar com seu gerente, que por um daqueles “acasos” era o Flávio. E qual não foi a nossa surpresa ao ouvi-lo dizer que estaria entrando de férias no dia seguinte, justo quando eu e o papai
pretendíamos iniciar a nossa viagem. Papai ficou surpreso e perguntou se ele já havia programado alguma viagem, ao que ele respondeu que não.

– Por que você não vem com a gente? Não é filho?

– É Flávio, vamos! Vai ser legal!

– Mas é a primeira vez que vocês viajarão juntos, só pai e filho. Acho que eu atrapalharia!

– Deixa de nove-horas, cara! - Disse meu pai. - Atrapalhar o que?

Nisso, o Flávio me deu uma olhadela discreta, e sorriu meio sacana, voltando a olhar pro meu pai e os dois continuaram a conversa até que ele acabou aceitando o convite pra viajar com a gente. Durante o caminho de volta pra casa, dentro do carro, eu e papai conversávamos
normalmente, claro, mas aquela olhada do Flávio pra mim não saía da minha cabeça. Eu achava o cara muito gostoso, e ele era um gatão mesmo. Sempre ia nas nossas festas, e eu já tinha reparado no quanto ele era gostoso e que também me olhava de vez em quando, mesmo eu fazendo o possível pra não deixá-lo perceber a admiração que eu, secretamente,
nutria por ele. Nessa idade, eu já sabia muito bem que não era como meus amigos da escola, tãmpouco como meu pai e meu tio, Almir, irmão mais velho da mamãe. Ele era um tremendo safado. Casou-se cedo e também cedo se separou, pois não aguentava “comer arroz com feijão” todo dia, como ele mesmo viva falando. Mas eu não era como eles. O meu negócio era e é uma bela rola, de preferência atolada no meu boga! Mas, até aquele momento, eu não tinha visto nenhuma ainda. Nenhuma que valesse a pena (vale ressaltar).

Mas voltando àquele dia, o jeito como o Flávio olhou pra mim, naquele momento, dizendo que “não queria atrapalhar a nossa primeira viagem juntos e sozinhos, só pai e filho”... o que será que ele quis dizer com aquilo? Será que ele pensava que... não, isso seria loucura... eu e... meu pai!

– Chegamos! Ô filhão, chegamos! [risos] – Tá dormindo, é?

– Ãhn! Ah, pai, desculpa, tava com a cabeça longe. – Falei meio sem
graça.

– E tava mesmo. Eu quase entro e deixo você aí! [risos]

– Tá certo, pai! Mas pode ir parando de zombar da minha cara!

– Ah, meu garotão! – Ele falou me abraçando por trás e bagunçando meu cabelo – Vamos! Meu estômago já tá roncando!

– O meu também! E eu ainda tenho que arrumar as minhas coisas.

– Opa! Esqueci de passar no mercado! Vai subindo que eu vou até o bar pegar umas geladas e já volto! Avisa a sua mãe! – Ele se vira do portão e me dá uma piscada – Mal vejo a hora de pegar a estrada!

Ele se foi e eu ainda permaneci alguns minutos olhando, me lembrando de como ele e o Flávio eram parecidos. O Flávio era mais velho que o papai um ano, porém os dois tinham o mesmo tipo físico. Eram altos, cerca de 1,90m, papai era branco, os cabelos cortados bem curtos dos
lados e cheios na parte de cima, com alguns fios brancos, e muito peludo, principalmente no peito e nas pernas; já o Flávio tinha os cabelos mais revoltos e bem mais grisalhos. Era bronzeado devido às constantes visitas ao clube dos bancários da nossa cidade. Usava barba e cavanhaque e também era muito peludo. Apesar da idade, não era casado, e vivia na putaria, como dizia o meu pai. Ouvi minha mãe me chamando e só então despertei dos meus devaneios:

– Nossa, onde é que eu tô com a cabeça?

Eu sentia meu pau começando a pulsar dentro da minha cueca. Ainda pude ver quando ele virou a esquina e só então entrei em casa, dando de cara com a minha mãe descendo as escadas e me perguntando por ele...

Nem sei a que horas fui dormir. E no dia seguinte, o despertador não foi o suficiente para me acordar.

– Acorda, Felipe!

– Ãhn! O que foi, pai? O que aconteceu?

– [risos] Como assim filho? O que aconteceu? Tá esquecido que a gente viaja hoje? Anda logo que o Flávio já tá esperando a gente!

– Tá, pai! Tô indo. Pode ir descendo lá que não me demoro.

Eu estava morrendo de sono. Havia passado o resto da tarde anterior reparando no meu pai. Seu corpão peludo, suas pernas grossas que, por causa dos shorts que ele costumava usar, ficavam ainda mais deliciosas. E o volume que eu percebia no meio das suas pernas, então? Eu me arrepiava só de imaginar o tamanhão daquele pinto. À noite, fui pra minha cama e as mais loucas fantasias com ele e o Flávio fazendo coisas deliciosas comigo na viagem me deixaram tão louco, que até perdi o sono. Bati tanta punheta que tava com o meu pau esfolado e o meu cu ardendo de tanto meter os dedos. Olhava umas fotos do meu pai e metia o dedo no
meu cu enquanto me punhetava, imaginando o quanto seria bom se eu pudesse brincar com o caralho dele. Movido pelo tesão, gozava como louco, até que, exausto, peguei no sono. Para mim, naquele momento, aquelas fantasias pareciam absurdas e impossíveis de acontecer. Pelo
menos era o que eu pensava...

Desci e fui tomar o meu café. Minha mãe demonstrou estar preocupada com ofato do Flávio ir com a gente, alegando que ele poderia nos arrastar para a gandaia.

– Cuida bem do seu pai pra mim, viu Felipe!

– Pode deixar, mãe! Eu fico de olho e te conto caso ele queira sair da linha![risos]

E meu pai:

– Ah! Então vocês estão armando pra cima de mim! Isso não é justo!

E minha mãe:

– Assim espero, filho! Qualquer escorregão dele, me liga imediatamente!

– [risos] Que é isso, mulher?

E minha mãe:

– Ora ora! Seu espertinho! Nunca se sabe, não é mesmo?

Nos divertimos muito com aquela situação. É claro que eu sempre tive noção do ciumes que minha mãe tinha do meu pai. E aquela postura dela, principalmente depois que soube que o Flávio também iria, me fez pensar que ela realmente tinha motivos pra se preocupar. Afinal, era raro uma noite em que eu não ouvisse os gemidos provenientes do quarto deles.
Muitas vezes por horas seguidas. Meu pai não dava descanso, e eu pensei oquanto seria bom se eu pudesse suprir as necessidades de macho dele na ausência dela. Eu mal sabia que aquilo que eu considerava impossível, na verdade era o que aquela viagem estava reservando pra gente.

Enfim, era chegada a hora. Depois de dar a partida, papai colocou uma fita cassete no rádio e um rock invadiu os nossos ouvidos, enquanto pegávamos a rodovia. Faltavam umas boas horas para amanhecer e fazia um calor gostoso, e estávamos bem a vontade. Papai vestia uma camisa polo de malha azul e um shorts de nailon vermelho. Eu, uma camiseta preta de
malha e um shorts verde, muito comuns na época. De vez em quando eu olhava discretamente pra pernas do papai, que parecia nada perceber, e mirava sua mala que, naquele shorts, estava simplesmente descomunal. Quando percebi que meu cacete iria subir, meu pai falou:

– E aí, filho? Empolgado com a nossa aventura?

– Claro, pai!

– Então quer dizer que você vai ficar de olho na gente, é?

– Claro que não, papai! Tá maluco? Esqueceu que somos parceiros?

– Esse é o meu garoto!

– [risos] Em você ela confia, pai! Mas no Flávio não.

– O Flávio é porra louca mas é como se fosse meu irmão.

– Isso é verdade. Mas com uma diferença: Você tem juízo, e ele não![risos]

Não falamos nada por alguns minutos. Ele quebra o silêncio:

– Eu sei que você gostou da minha ideia de chamar o Flávio! Do jeito que você ficou ontem e... [risos] – E o jeito como você acordou hoje, então...

Olhei pro meu pai e ele me olhou com um sorrisinho safado no rosto. Fingi nada perceber e continuei:

– Ah, papai, é que eu não dormi direito. Tive uns sonhos estranhos.

– Sonhos estranhos, é? [risos] – Muleque safado! Você tava é de barracaarmada e todo melado, cheirando à porra! [risos]

Na mesma hora eu senti meu rosto pegando fogo. Ele pegou o acostamento e parou o carro, me surpreendendo mais uma vez:

– Esse aqui é o meu presentinho por você ter passado de ano. Olha!

– Pai!

– Felipe, escuta! Se eu te perguntar uma coisa, você me responde numa boa?

Eu comecei a ficar nervoso. Meu instinto me dizia o rumo que aquela conversa estava tomando e qual seria a sua pergunta. Ele percebeu isso efalou:

– Felipe, eu não sou como a sua mãe, que finge não ver o que aconteceao redor dela. Eu prefiro ser realista e pisar no chão. Você consegue me entender?

– Sim, papai!

– Vai responder a minha pergunta?

– Vou.

– Você é gay, não é?

– Pai, eu...

– Eu já peguei você olhando várias vezes pra mim,já vi você olhando pro Flávio, também. Vi como você ficou contente quando eu chamei ele pra vircom a gente e até insistiu pra ele concordar. Sem contar que hoje de manhã, quando fui te acordar, vi uma foto minha com você, quando era pequeno, toda melecada de porra, seu safadinho!

Olhei pra ele pude ver nos seus olhos que não estava decepcionado por confirmar suas suspeitas. Muito pelo contrário. Ele estava com o braço direito pousado sobre meus ombros, e mexia em meu mamilo com os dedos:

– Papai! Hummmm...

– Você bate punheta pensando em mim, não é?

Eu já estava completamente entregue àquelas carícias. Já não conseguia pensar em mais nada, apenas em deixar meu pai fazer o que quisesse comigo.

- Isso filhão! Você quer ver o cacete do papai, quer? Hum? - Ele falou e
tirou o pau, que já estava meia bomba, pela perna do shorts.

A visão do meu pai, daquele jeito todo safadão, e do seu pau imenso e grosso, me
fizeram soltar um gemidinho.

– Hum! Quero papai! Quero tudo o que você quiser! Tudo! Pode mandar que eu faço o que você quiser!

– Opaaaaa! Além de veadinho, meu muleque gosta de ser mandado? Gosta? Hum? - Eu não tirava os olhos daquele pinto safado. – Então, vem aqui e cheira meu pau!

Obedeci prontamente:

– Ai, que pintão cheiroso, pai! Huuummm...!

– Gosta do cheiro, gosta?

– Hum hum! [risos] – O cheiro do seu cacete é muito bom!

– [riso] Já dei duas mijadas hoje, antes de sairmos de casa.

– Cheiro do pau mijado!

– É! O cheiro do pau mijado do papai! Tá gostoso? – Ele ria e passava o pau melado na minha cara.

– Tá demais, pai!

– Levanta! Vamos mais pra frente. Tem um posto de gasolina abandonado aqui perto e lá ficam alguns caminhoneiros. É mais seguro pararmos lá.

[…]

– Pronto, agora pede pra chupar meu pinto, pede!

Ele falou enquanto novamente colocava a jeba pra fora pela perna do shorts.

– Papai, deixa eu chupar o seu pinto, deixa!

– Você quer?

Ele riu da minha cara. E continuou:

– Você caiu direitinho, hein!

Eu não conseguia parar de olhar pro cacete do meu pai. Ri meio sem graça e disse:

– Eu gosto disso, papai! Gosto do jeito que você tá me tratando. Agora eu to morrendo de vontade de chupar o seu pau.

– Você é um veado, Felipe! Não é?

– É papai!

– E já que teu negócio é rola – Ele disse, balançando o pinto pra mim – Chupa que o papai vai encher a sua boca de porra!

Eu olhei pra ele e ele repetiu, um tom mais severo na voz:

– Agora! Chupa!

Aquela ordem do papai mexeu com meu instinto de submissão e eu abocanhei seu pauzão melado, arrancando dele um sonoro gemido:

– Issssss...! Que boquinha, meu putinho! De agora em diante você vai ser minha mulherzinha! Você quer?

– Hum hum! – Eu não conseguia nem falar, pois tentava enfiar tudo na boca.

– Quer ser a mulherzinha do papai, quer safado? Hum?

– Sim papai!

– Gostou do me pau melado de mijo?

– Adorei! Ummm...! Ummm...! Ummm...! Delícia papai! Fode a minha boca, pai! Bem forte! Vai!

– Ah! Vou te aloprar! Toma! Toma! Toma! Toma!

Por vezes eu quase engasguei.

– Hum! Hum! Hum! Hum!... que pau gostoso, papai! Ummmm...!

Ele segurou forte a minha cabeça e bombou um pouco mais:

– Ahhhhhhhhhh...! Bebe a minha porra! Bebe tudo!

– Ahaaaarrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrrrrrr...! Aaaaahhhhhhhhh...! Aaaahhh...!

Depois de engolir toda a porra do meu pai, lambi das suas coxas a porra que tinha escorrido. O que escorreu pela minha boca ele pegava coma mão e me dava pra lamber.

– Limpa bem o meu caralho e guarda ele! Você chupa melhor que sua mãe! Caralho! [risos] – Você nasceu pra coisa, muleque safado do papai!

Fiquei orgulhoso do meu pai ter gostado da minha boquinha no seu pau e ter falado aquilo. Ele me acomodando no banco e tirando a minha camiseta:

– Agora o papai vai te fazer gozar gostoso! Sente só!

Ele falou isso e começou a passar a língua no meu mamilo, deixando bem molhado de saliva.

– Ai! [risos] – Pára, papai!

– [risos] Tá gostoso? Então goza! Anda!

– Lambe, pai! Ai! Isso é gostoso! Dá até uma coceirinha no cu!

Ele passou o meu braço em volta do seu pescoço e molhou a mão direita com bastante saliva. Em seguida, mandou que eu levantasse um pouco a bunda e molhou o meu cu, enfiando um dedo e me forçando a sentar.

– Ai papai! Meu cuzinho tá pegando fogo!!

– Goza, caralho!

Eu me punhetava forte. Gemia e gritava como um louco. Papai dava chupões e lambidas quentes no meu mamilo enquanto dedeva o meu cu.

– Isso! Assim que o papai gosta! Agora responde: Quem manda em você?

– Você, papai!

E ele chupava forte o meu bico, me fazendo gritar.

– E você gosta disso?

– Hum hum!

Ele forçou um pouco minha bunda pra que eu a levantasse e socava forte o dedo.

– Ai! Ai! Ai! Ai!

– Ok! [risos] – Pede pra gozar, pede!

– Posso gozar, papai?

Ao invés de me responder, ele lambia o meu bico.

– Ah! Papai, você é demais!

– Quem manda em você?

– Você papai!

– Pede pra gozar!

– Posso gozar, papai?

– Não! - ele falou, irônico, olhando pra minha cara.

– Ahh, papai! Deixa!

– Você só vai gozar quando o papai mandar, ok?

Parei de bater punheta e ele começou novamente com as chupadas intensas. Eu tava com o peito todo melado da saliva dele.

– Ah, papai! Assim não vale! Eu também quero gozar, meu!

– Só quando o papai mandar, filhão! Agora, bete punheta! Quem mandou você parar?

Fiquei meio "chapado" com aquilo e ele, entre uma lambida e outra, falou:

– Ah, não faz essa cara, Felipe! Eu sei que você gosta disso, boiolinha!Não gosta? Hum?

Mais uma lambida e eu me revelo mais sem vergonha que o meu pai:

– Gosto papai! Seu safado! Me encheu a boca de porra e não deixa eu gozar! [risos] – Mas eu to adorando isso!

– Safadinho do pai! Isso mesmo! Tem que gostar e obedecer o papai!

Afinal, eu mando em você, certo?

– Certo, pai!

– E você gosta?

– Sim.

– Você é safadinho, mesmo, hein? Gosta de obedecer!

– Adoro papai! To adorando isso que você tá fazendo comigo. Tá me deixando loucão! Quero te obedecer em tudo, fazer tudo o que você mandar!

Ele cuspiu no meu bico e começou a passar a língua rapidamente. Isso foi o suficiente pra que eu me arrepiasse todo, num gozo profundo:


– Ahhhhhhhhhh...! Papai, seu safado! Ahaaaarrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrrrrrr...! Aaaaahhhhhhhhh...! Aaaahhh...!

– Isso, safadinho do pai! Agora se limpa que a gente tá ficando atrasado!

Peguei uma toalha e me limpei. Papai me xingava e tirava sarro da minha cara, eu ria, todo sem vergonha.

– Pega o meu cigarro no porta-luvas!

Obedeci prontamente e entreguei pra ele.

Ele ligou o carro e nós partimos novamente, e ele disse que eu me revelei um putinho sem vergonha. A nossa viagem estava apenas começando, e mal eu sabia o que ainda estava por vir!


continua...
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